Assistência aos refugiados
Intensificar esforços na causa do refúgio, com cooperação e capacitação da comunidade, atendendo crianças, adolescentes, mulheres e famílias em vulnerabilidade em São Paulo.
Apoiar esta frente →Assistência a refugiados, segurança alimentar e acolhimento em São Paulo — com linguagem clara sobre quem precisa de proteção.
Intensificar esforços na causa do refúgio, com cooperação e capacitação da comunidade, atendendo crianças, adolescentes, mulheres e famílias em vulnerabilidade em São Paulo.
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Frente operacional de entrega de alimentos para doação, tratada com seriedade pela equipe como resposta concreta à insegurança alimentar.
Doar para alimentação →
Inclui iniciativas como o Projeto Artsakh — visibilidade e suporte a crianças e famílias retratadas em contexto de conflito.
Conhecer Artsakh →Para atuar com responsabilidade, o acervo institucional registra definições usadas no campo humanitário. Os textos abaixo foram consolidados a partir da página histórica “Refugiados” do site antigo — preservando o conteúdo educativo.
Pessoas fora de seu país de origem devido a fundados temores de perseguição relacionados a raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opinião política, ou devido a grave e generalizada violação de direitos humanos e conflitos armados.
Pessoas que pedem às autoridades serem reconhecidas como refugiadas, mas ainda não tiveram decisão definitiva dos sistemas nacionais de proteção.
Dado histórico (final de 2016): cerca de 2,8 milhões de solicitantes de refúgio aguardavam uma decisão que poderia mudar suas vidas. Este número refere-se ao e não deve ser lido como estatística atual.
Pessoas deslocadas dentro do próprio país pelos mesmos motivos de um refugiado, sem atravessar fronteira internacional. Permanecem legalmente sob proteção de seu Estado — mesmo quando esse Estado é a causa da fuga.
Pessoas sem nacionalidade reconhecida por nenhum país. A apatridia pode decorrer de discriminação, falhas após independência de Estados ou conflitos de leis. Muitas vezes é um problema “invisível”, com barreiras a escola, saúde, emprego, conta bancária, moradia e até casamento.
Pessoas que tiveram status de refugiadas ou solicitantes e retornam voluntariamente aos países de origem. Programas de repatriação voluntária, inclusive do ACNUR, buscaram soluções sustentáveis de retorno e reintegração ao longo dos anos.
Fonte: consolidação de
assistencia-aos-refugiados.html e
refugiados.html do backup Wix. O dado de
~2,8 milhões de solicitantes (final de 2016) é
verídico conforme o acervo; na página aparece sempre com a data
explícita para não ser confundido com o presente.
Compreender o refúgio aumenta a empatia. Doar transforma compreensão em proteção concreta.